Quadril

A equipe de Ortopedia da Rede Mater Dei de Saúde conta com um Grupo de Cirurgia do Quadril, aptos a diagnosticar e tratar todas as patologias desta articulação.

O quadril é responsável pela junção da perna e do tronco e tem papel importante nos diversos movimentos de flexão e rotação do corpo. Sua principal função é suportar o peso do corpo, dando equilíbrio de pé e durante caminhadas e corrida.

Uma função secundária  da pelve ( bacia ) é que a mesma  sistema reprodutor e a parte inferior do sistema digestivo.

É o quadril que faz a ligação entre o osso do fêmur e o acetábulo (da bacia). A articulação do quadril é uma diartrose (articulação sinovial), do tipo esferóide (esferoidal), ou seja, possui cápsula articular, que abriga líquido sinovial. Os ligamentos iliofemoral, pubofemoral e isquiofemoral compõem essa articulação e ajudam a mantê-la estável.

Conheça algumas patologias que podem afetar o quadril:

Coxartrose 

O que é?

A coxartrose, também conhecida como artrose do quadril é uma doença que causa o desgaste da cartilagem entre os ossos da pelve (bacia) e fêmur.  Dessa maneira, a cartilagem da articulação, que são responsáveis por amortecer nosso corpo e auxiliar na mobilidade, vai se degenerando.

A doença atinge de 10-20% da população após os 60 anos, tendo maior incidência nas mulheres após 50 anos.

Causas

A Coxartrose é uma doença multifatorial ,  que pode ser desencadeada pelo excesso de utilização da articulação. Isso é mais comum em atletas de alta performance, uma vez que o desgaste da articulação se torna precoce. Além disso, a obesidade, aliada ao sedentarismo podem desencadear a doença.

A doença também pode ser causada por traumas (fraturas e luxações), impacto femuro-acetabular e displasia do quadril, necrose avascular da cabeça femoral, doença de Perthes na infância e também devido a doenças reumatológicas e infeciosas.

Sintomas

A dor na virilha normalmente é o primeiro sintoma da . Em alguns casos os pacientes relatam que a dor irradia até o joelho pela parte interna e pela frente da coxa.

Inicialmente a dor surge após a prática de atividades físicas mais intensas. Após repouso a dor retorna quando o paciente reinicia o movimento, gerando pontadas que desaparecem após alguns movimentos e passos.

Na evolução do quadro, a dor pode surgir durante a prática de atividades diárias como calçar sapatos, sentar no chão, e realizar o movimento de entrar e sair do carro. Entretanto como a dor não chega a ser muito forte, os pacientes tendem a se adaptar a ela.

Entretanto, o quadro pode evoluir de modo que a doença gere dores noturnas e a rigidez matinal. Nessa etapa o paciente não consegue se adaptar a dor e tende a perder qualidade de vida.  Neste quadro, a dor se torna limitante, comprometendo a prática de atividades física, os compromissos pessoais e até mesmo a vida sexual.

O importante á dizer é que pacientes com graus de artrose semelhantes , podem ter sintomatologia distinta.

Tratamentos

Não existe “fórmula de bolo” no tratamento da Coxartrose. O tratamento é individualizado e deve ser indicado pelo ortopedista, especialista em quadril, após analisar o grau da doença e as necessidades de cada paciente.

O tratamento conservador inclui perda de peso, e consequentemente diminuição de carga no quadril e redução da prática de exercícios de impacto. Exercicios que melhorem a condição muscular mas com baixo impacto sao bem vindos!( Hidroginastica, nataçao, musculação bem direcionada ) .

Medicações antiinflamatórias e analgésicos podem aliviar a dor. Para fortalecer a musculatura local, fisioterapia pode ser indicada.

Já no tratamento cirúrgico existem três opções: a artrodese, que hoje não é muito utilizada (operação com o objetivo de obter a fusão da articulação para anular a dor), as osteotomias (em que o cirurgião coloca em carga a zona da cabeça femoral menos atingida pelo desgaste) e as artroplastias, popularmente conhecidas como próteses de quadril

Osteonecrose da cabeça femoral 

O que é?

Osteonecrose do quadril, também conhecida como necrose da cabeça femoral é uma doença que causa a interrupção do suprimento de sangue para o osso, gerando  microfraturas no local. Popularmente seria como um infarto do coração, porém na cabeça femoral. Sem o sangue as células ósseas morrem (nercosam), levando a alterações do formato e funcionamento do quadril.

A doença atinge em sua maioria pacientes entre 40 e 65 anos de idade e é oito vezes mais comum em homens que mulheres. Estima-se que de 30 a 50% dos pacientes têm doença nos dois lados do quadril.

Causas

Apesar ainda não se saber o que de fato causa a falta de fornecimento de sangue, existem fatores de risco que aumentam a propensão à doença:

Lesões e fraturas do quadril – elas podem danificar os vasos sanguíneos e prejudicar a circulação da cabeça femoral;

Alcoolismo – estima-se que a ingestão de 400 a 1000 ml de álcool por semana aumente o risco em cerca de 10 vezes, enquanto que ingestões maiores que 1000 ml por semana elevam o risco em aproximadamente 18 vezes.

Medicamentos como corticóides – o risco está associado ao tempo de exposição e o número de doses utilizadas. O uso contínuo desse tipo de medicamento e também  uso de altas doses por pequenos períodos podem causar Osteonecrose da cabeça femoral. Os corticoides geram microêmbolos de gordura que obstruem as artérias ósseas. Além disso, provocam obstrução do fluxo venoso, aumentando a pressão intra-óssea.

Outras doenças como o disbarismo(doença do mergulhador), anemia falciforme, doenças reumáticas, doença de Gaucher, lúpus eritematoso sistêmico, doença de Crohn, embolia arterial, trombose, e vasculite também aumentam a propensão do paciente desenvolver a Osteonecrose da cabeça femoral.

Pacientes que tenham sido expostos a radio e quimioterapia tambem tem chance aumentada.

Um outro fator que vem sido muito estudado são as trombofilias , que muitas vezes não são detectadas em exames laboratoriais de rotina  e precisam ser estudadas com atenção , muitas vezes com o auxilio de um hematologista.

Sintomas

A dor na “virilha”, região glútea, coxa ou joelho são os sintomas mais comuns da doença. Durante a prática de atividades físicas e movimentação pode haver a piora da dor.  Alguns pacientes relatam que sentem dor também em repouso e ao acordar. O uso de muletas pode ser necessário em casos mais avançados em que o paciente esteja mancando. O diagnóstico precoce é fundamental, pois estudos mostram que o tratamento precoce está associado com melhores resultados.

Tratamentos

Existem quatro tipos de tratamento da doença. Entretanto somente a avaliação do médico definirá o adequado para cada paciente:

Tratamento conservador – incluem medicações analgésicas, terapia com ondas de choque,  repouso, uso de bengalas ou muletas.

Cirurgias que preservam o quadril natural – tratamento indicado para pacientes com  estágios iniciais da doença. Essa cirurgia pode realizar a descompressão da cabeça femoral, ou realizar um enxerto ósseo com abertura da articulação, enxerto ostecondral, ósseo vascularizado ou uma osteotomia. A cirurgia visa curar a necrose ou retardar a evolução da doença.

Artroplastia do quadril – cirurgia para colocar uma prótese de quadril

Células tronco – o tratamento que ainda está em fase de pesquisa é uma alternativa para se preservar a cabeça femoral. Ainda nessa linha estão sendo estudadas novas medicações que ajudem na substituição do osso necrosado (morto) por osso vivo.

Impacto femoroacetabular 

O que é?

O Impacto femoroacetabular é uma doença que causa o contato anormal e agressivo entre o fêmur e o acetábulo, durante a movimentação do quadril. A doença implica em um impacto anormal e encaixe imperfeito da articulação do quadril e pode desencadear com o passar do tempo em lesões das estruturas moles presentes na articulação, como lábrum e cartilagem.

A lesão pode piorar com a prática de atividades físicas que envolvam grandes amplitudes de movimento do quadril, como, por exemplo, o ballet, tênis, futebol e artes marciais.

A doença pode ser classificada em três tipos, que se diferem por meio da maneira da deformidade e o osso atingido:

 

-Tipo CAM”- Neste caso a  deformidade comprime a cartilagem acetabular e estira o lábrum. O  CAM é o principal responsável por lesão de cartilagem do quadril, pois promove uma espécie de raspagem no interior da borda do acetábulo e gera um contorno ósseo mais abaulado, com aumento de volume ósseo semelhante a uma “lombada”, na região de transição entre a cabeça e o colo do fêmur. Esse tipo de lesão acomete mais homens do que mulheres .

-Tipo PINCER – Acometendo mais mulheres do que homens, a deformidade tipo Pincer está associada à lesão de lábrum. Isso porque o impacto comprime diretamente o espaço entre o fêmur e o acetábulo. Dessa maneira provoca um aumento da cobertura da cabeça do fêmur por parte do acetábulo e gerar limitação dos movimentos do quadril, como a flexão, adução e rotação interna da coxa. Neste tipo também são comuns lesões de cartilagem.

-Tipo MISTO – a lesão conta tanto com o tipo CAM quanto o  PINCER no mesmo quadril.

Causas

Existem diversas causas que desencadeiam o Impacto femorocetabular:

– As doenças do quadril como a Legg Calvé Perthes e Epifisiólise, que surgem ainda na infância podem resultar em deformidades sobretudo, no fêmur.

– Prática de esportes de alto impacto e que envolvem grandes amplitudes de movimento, que por si só provocam impactos entre as estruturas ósseas. Dessa maneira o quadro pode evoluir com formação de muito osso nas regiões onde ocorre o impacto.

– Após fraturas do colo do fêmur ou acetábulo, que durante a consolidação, resultam em deformidade dessas estruturas, gerando o CAM ou Pincer.

– Após traumas no quadril, como, por exemplo, luxação de quadril, ou desgaste e rompimento de suas fibras devido ao trauma de repetição das atividades de impacto.

Sintomas 

O principal sintoma é a dor normalmente localizada na virilha, na região lateral e atrás do quadril. Os pacientes também podem  ter dor em articulações próximas ao quadril, como coluna lombar, articulação sacroilíaca, púbis ou joelho.  Ela piora ao agachar, entrar e sair do carro, calçar sapatos, andar de bicicleta, correr ou sentar por tempo prolongado em locais baixos. Com o passar do tempo e com a progressão da doença, o paciente também pode sentir fisgadas ou travamento do quadril e limitação para “rodar o joelho para dentro” e na marcha.

Tratamentos 

Existem tratamentos conservadores e também cirúrgicos que visam a cura do Impacto Femoroacetabular. Importante dizer que estudos mostram que cerca de 20% das pessoas normais podem ter morfologia de impacto femoroacetabular , por isso é tão importante a visita ao Ortopedista especialista de quadril , para que ele decida se voce é ou não candidato a algum tipo de tratamento.

– O tratamento conservador é feito por meio de medicações para alívio da dor, mudança de atividade física e fisioterapia.

-No caso de tratamento cirúrgico, hoje, os ortopedistas tem optado por técnicas minimamente invasivas, como as artroscopias. Durante a cirurgia são abordadas a lesão anatômica do lábrum e/ou cartilagem e feita a correção da deformidade óssea que ocasionou o impacto. Após a cirurgia o uso ou não de muletas será individualizado pelo seu medico , além do acompanhamento da fisioterapia.

Bursite Trocantérica  

O que é?

A Bursite Troncanterica ou popularmente conhecida como Dor lateral do quadril é a inflamação da Bursa ou bolsa sinovial, uma estrutura cheia de líquido que age como amortecedor de atrito entre músculos, tendões e ossos ao redor das articulações. Em geral a bursite compromete o modo correto de lubrificação ao engrossar e acumular o líquido, o que torna ações cotidianas doloridas. A Bursite Troncanterica causa uma  inflamação nos músculos laterais do quadril, devido a microtraumas repetitivos de contato.

Causas

A doença é causada por sobrecarga, traumas ou excesso de movimentos dos tendões e fáscias musculares deslizando sobre o trocânter maior. Treinos exagerado e a prática de atividade física em que o atleta não permite que o corpo descante o tempo necessário pode desencadear a doença.

Outra causa está associada a condições que favorecem a doença como a diferenças no comprimento entre as pernas (dismetria de membros), doenças na coluna lombar, patologias da articulação sacroilíaca (como a sacroileíte ou osteoartrite), entorse do tornozelo e artrose do joelho.

Sintomas

A dor na lateral do quadril e também na coxa são os principais sintomas. Alguns pacientes relatam a dificuldade para fazer exercícios e até caminhar. O indivíduo com Bursite Trocantérica pode ter dificuldade para deitar sobre o lado afetado. No geral as dores começam lentas, mas com o tempo e sem tratamento elas podem passar para crônicas, afetando a marcha e o movimento de rotação da perna e causando dor para subir escadas.

Tratamentos 

O tratamento inclui medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios. Em alguns casos, para diminuir a inflamação local e facilitar o processo de reabilitação e funcionalidade, são indicados gelo e as infiltrações com anestésicos e medicamentos corticóides diretamente na bursa. Mas o fundamental é um reequilíbrio mecanico muscular do quadril.

Aliado ao uso de medicamentos, o paciente também poderá contar com a fisioterapia e também com o uso de ultrassonografia terapêutica.

Caso o tratamento conservador não apresente resultados esperados, a cirurgia para  retirada da bursa inflamada pode ser indicada pelo ortopedista, em raros os casos.

Fratura do colo femoral e trocantérica 

A Fratura do Colo Femoral e Troncatérica é mais comum em idosos, devido a incidência de osteoporose. Normalmente essas fraturas ocorrem em pacientes com idade entre 65 aos 99 anos, uma vez que nesta fase ocorre redução na formação óssea, causada principalmente pela menor produção de hormônios. Dessa maneira os ossos ficam mais fracos. A doença é três vezes mais comuns em mulheres do que em homens.

Destacamos a importância da família do idoso pesquisar o motivo da queda, uma vez que pacientes idosos desmaiam em consequência de infartos do coração, derrames (acidentes vasculares cerebrais-AVCs) entre outros

As fraturas de fêmur proximal são classificadas pela localização anatômica em 3 tipos: colo femoral, transtrocantérica ou subtrocantérica.

– Fratura do colo femoral- atinge a região de transição entre a cabeça femoral e a região trocantérica.

-Fratura Transtrocantérica – atravessam a região trocantérica entre o pequeno e grande trocanter. A diferença dessa fratura é que ela atinge uma área ricamente vascularizada e com grande quantidade de osso esponjoso.

– Fraturas subtrocantéricas – atingem abaixo da região trocantérica. São menos frequentes que fraturas do colo femoral e trocantéricas

Causas

Em idosos, a doença pode ser causada após uma diretamente sobre o quadril ou mecanismo em torção no qual o tronco do paciente gira com o pé fixo. Alguns pacientes com fratura de estresse (insuficiência) podem fraturar o fêmur proximal súbita e espontaneamente, sem queda. Já os jovens fraturam o quadril em acidentes após um acidente de trânsito ou quedas de altura.

Sintomas

As queixas mais comum quando o paciente sofre a fratura são as dores de início súbito e impossibilidade para caminhar. Alguns pacientes relatam que mesmo com o  colo do fêmur fraturado conseguem caminhar. A doença ainda pode gerar um encurtamento da perna do lado quebrado e rodada para fora (o pé apontando para lateral).

Tratamentos

As fraturas do fêmur proximal são de tratamento cirúrgico. A cirurgia pode apenas fixar a fratura (colocar os fragmentos ósseos no seu devido lugar e fixá-los com parafusos, placas ou hastes)  ou realizar uma artroplastia de quadril.  O tratamento conservador é indicado em raras oportunidades.

Por isso é fundamental que o idoso faça acompanhamento médico para compreender se é necessário realizar suplementação de cálcio, vitamina D e utilização de medicações que aumentem a formação óssea ou diminuam a reabsorção.

Especialistas

Dr. João Wagner Pellucci

Especialidade(s): Quadril

CRMMG: 8750 TEOT: 1804

Rua dos Otoni n°909- sala 1601 ou Rua Ouro Preto 1016
31 3273-0624 ou 31 36583847

Graduado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais em 1975, o médico fez sua especialização  em Ortopedia e Traumatologia na Santa  Casa de Misericórdia  de Belo Horizonte.

Professor assistente de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, coordenador da Cirurgia do Quadril do Hospital Mater Dei e Hospital Universitário Ciências Médicas.Foi  Secretário da Sociedade Brasileira da Cirurgia de Quadril (2010-2011) e  Diretor Científico da Sociedade Brasileira da Cirurgia do Quadril Regional Sudeste (2012-2013). Dr. João Wagner é membro internacional da Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos  (American Academy of Orthopaedic Surgeons – AAOS). Com vários cursos de especialização   em cirurgias de quadril no exterior.

Dr. Gustavus Lemos

Especialidade(s): Quadril

CRMMG: 42351 TEOT: 11557

Rua dos Otoni n°909- sala 1601 ou Rua Ouro Preto 1016
31 3273-0624 - 31 36583847

Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais, o médico realizou sua residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Mater Dei e fez a especialização integrada em Cirurgia do Quadril pelos Hospitais Mater Dei, Evangélico, Fhemig e HUCM. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e da Sociedade Brasileira de Quadril e da Comissão de ensino e treinamento de Minas Gerais, atualmente atua também na coordenação da especialização em Ortopedia da Rede Mater Dei de Saúde.

O ortopedista fez estágio no Departamento de Ortopedia  da Mayo Clinic em Rochester – MN, EUA e já realizou diversos cursos no exterior, dentre eles o Princess Elizabeth Orthopaedic Center ( Exeter, Inglaterra ) e o Centre Hospitalier Universitaire ( Estrasburgo, França).

 

Dr. João Lopo

Especialidade(s): Quadril

CRMMG: 43878 TEOT: 12845

Rua Paracatu, 1026, Barro Preto - Belo Horizonte
31 2104-7500 // 9 9949-7500

Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais, o médico especialista em Cirurgia e Artroscopia do Quadril realizou especialização em Medicina Esportiva pela Universidade Veiga de Almeida e Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia e especialização em Cirurgia do Quadril no Hospital Mater Dei. Com enfoque na cirurgia preservadora do quadril, Dr. João Lopo subespecializou-se em Cirurgia Preservadora e Artroscopia do Quadril e Prótese do Quadril segundo a técnica de Exeter – Inglaterra – em Porto Alegre (RS) como fellow do Dr. David Gusmão. O médico é membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), da Sociedade Brasileira do Quadril (SBQuadril), da Sociedade Internacional para Artroscopia do Quadril (ISHA), da Sociedade Brasileira de Tratamento por Ondas de Choque (SBTOC) – ESWT (Extra-Corporeal Shock Wave Therapy) e da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (SBME).

Dr. Ricardo Horta

Especialidade(s): Ortopedia Oncológica, Quadril

CRMMG: 25444 TEOT: 7383

Av Bernardo Monteiro n°890 - sala 1004 - Santa Efigênia
31 3222-1609

Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o médico especialista em Cirurgia do Quadril e Ortopedia Oncológica realizou sua especialização no Hospital Luxemburgo e Santa Casa de Belo Horizonte. O ortopedista é membro da Comissão de Ensino e Treinamento da Sociedade Brasileira de Quadril. Dr. Ricardo também é Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, da Sociedade Brasileira de Quadril, da Sociedade Brasileira de Trauma Ortopédico, da Associação Brasileira de Oncologia Ortopédica, do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, da Sociedade Latino-americana de Tumores Músculo-esqueléticos e da American Association of Orthopaedics Surgeons, além de Cirurgião de Quadril e Ortopedista Oncológico da Rede Mater Dei de Saúde.

Dr. Guilherme Pellucci

Especialidade(s): Quadril

CRMMG: 61594 TEOT: 15627

Rua Ouro Preto 1016
31 36583847

Graduado em Medicina pela Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais, o médico fez sua residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Mater Dei e sua especialização em Cirurgia de Quadril na PUC-PR, Hospital Universitário Cajuru. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Dr. Guilherme j realizou curso em Fisiologia do Exercício pela Escola Paulista de Medicina. O ortopedista também tem graduação em Fisioterapia pela Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais.

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