Ortopedia Pediátrica

A Ortopedia da Rede Mater Dei de Saúde conta com 07 especialistas em Ortopedia Pediátrica. A equipe está apta para diagnosticar e tratar as doenças ortopédicas infantis e as lesões traumáticas nos pacientes pediátricos, aliando o conhecimento teórico científico às tecnologias mais modernas disponíveis no mercado.

Crianças não são pequenos adultos. As doenças ortopédicas que acometem os pacientes pediátricos são diferentes. O esqueleto em desenvolvimento apresenta particularidades e vulnerabilidades, com patologias próprias de cada idade. As fraturas não são iguais, os ossos quebram de forma diferente e algumas vezes a fratura pode atingir a região de crescimento do osso. Por exemplo, uma lesão óssea pode prejudicar o crescimento e gerar deformidades que não aconteceriam em um adulto. Logo, os tratamentos também exigem abordagens distintas e conhecimentos específicos. Por isso, a importância do especialista em Ortopedia Pediátrica. A seguir, listamos exemplos de doenças e lesões recorrentes na população infantil e que devem ser avaliadas e tratadas por um especialista.

 

Displasia do quadril

O que é?

A displasia de desenvolvimento do quadril (DDQ), também conhecida como doença displásica do quadril ou luxação congênita de quadril, é caracterizada por uma instabilidade, podendo levar à luxação (deslocamento) da articulação. A doença prejudica o encaixe do fêmur com a bacia, causando desequilíbrio, pode evoluir para um desgaste precoce, deixar uma perna mais curta do que a outra e trazer sérias consequências no futuro, como dor, limitação funcional e exigir tratamentos complexos.

É uma condição que pode ser diagnosticada logo após o nascimento do bebê, ainda na maternidade pelo pediatra neonatologista, durante exames de rotina. Caso o quadril do bebê faça um “click” ou apresente um ressalto ao exame é possível que a criança tenha a displasia de quadril. Mas nem sempre o diagnóstico é fácil no recém-nascido. Em crianças um pouco mais velhas a luxação deve ser investigada se apresentarem assimetria de pregas glúteas, limitação da abdução (abertura) dos quadris, diferença no comprimento dos membros inferiores ou alterações da marcha. A dor não costuma estar presente nos primeiros anos de vida.

A doença é mais frequente em meninas, em bebês com apresentação pélvica (que ficam sentados no útero, não “encaixam”) e em pacientes com histórico familiar da doença. O diagnóstico definitivo e o tratamento devem ser feitos pelo ortopedista pediátrico. O quanto antes a doença for diagnosticada e tratada, melhores serão os resultados e a recuperação da criança.

Tratamentos

O tratamento para displasia de quadril depende da idade do paciente e do grau de alteração da articulação.  Com diagnóstico precoce, o tratamento pode ser feito por meio de aparelhos ortopédicos, como, por exemplo, o suspensório de Pavlik, que irá manter as coxas do bebê flexionadas e afastadas, deixando a cabeça do fêmur centralizada para que as articulações desenvolvam adequadamente.

Se a luxação for descoberta após os 6 meses de idade, o quadril deve ser reduzido (encaixar o fêmur na bacia) sob anestesia e mantido imobilizado com um gesso pélvico-podálico (do abdome aos pés) por cerca de 3 meses. Pode ser necessária a realização de uma tenotomia (corte no tendão) para liberar os músculos que estão encurtados.

Nos casos de crianças mais velhas, pode ser necessária uma cirurgia mais complexa para conseguir reduzir (encaixar) a articulação. O procedimento para a redução cirúrgica inclui a abertura da cápsula articular, retirada de estruturas interpostas na articulação, tenotomias e osteotomias (cortes ósseos) para corrigir as alterações. O gesso pélvico-podálico também será usado após a cirurgia.

Pé Torto Congênito

O que é?

Como o próprio nome revela, o pé torto congênito é uma alteração que se apresenta desde o nascimento, quando um ou ambos os pés da criança estão virados para dentro e para baixo (equinovaro). Há duas formas mais comuns: postural e idiopática. O pé torto congênito postural é causado pelo posicionamento intrauterino, tende a ser flexível e pode melhorar espontaneamente. Já o idiopático precisa sempre de tratamento. É mais rígido, pois a má formação afeta músculos, ossos, tendões e ligamentos, com diferentes graus de deformidade. O pé costuma ser menor e a panturrilha um pouco mais fina. A doença acomete mais os meninos e atinge cerca de 1 a cada 1000 bebês nascidos vivos. A boa notícia é que realizando o tratamento adequado precocemente, a grande maioria dos pacientes leva uma vida normal, sendo capaz de realizar atividades como brincar, correr e praticar esportes sem mancar ou sentir dor.

 

Tratamento

O diagnóstico e o início precoce da correção, ainda nas primeiras semanas de vida, são fundamentais. O tratamento é feito pelo ortopedista pediátrico através de imobilizações semanais com gesso para realinhar de maneira gradual os ossos e manter a posição obtida a cada semana. Após essa fase, alguns pacientes precisam de uma pequena cirurgia para soltar o tendão de Aquiles, que pode estar encurtado impedindo a correção total. A criança deverá usar órteses (botas ortopédicas) durante a noite por cerca de quatro anos para evitar que a deformidade retorne. Pacientes mais velhos ou com deformidades mais rígidas podem precisar de cirurgias mais complexas para o alinhamento adequado dos pés.

Síndrome de  Osgood Schlatter

O que é?

A Síndrome de Osgood Schlatter é uma doença que causa dor na parte anterior do joelho, cerca de 2 cm abaixo da patela. Trata-se de uma osteocondrose, inflamação local, resultado do tracionamento excessivo do tendão patelar sobre a tuberosidade tibial anterior (TAT). Mais frequente em meninos do que em meninas, está relacionada ao excesso de atividades físicas, esportes com mais impacto, saltos e arrancadas, como, por exemplo, futebol e basquete. Causa inchaço local e sensibilidade ao toque, principalmente no final do dia, após a prática esportiva. Normalmente ocorre na fase de “estirão de crescimento” do adolescente, entre os 9 e 16 anos de idade.

Tratamentos

O tratamento conservador é o mais indicado para tratar a Síndrome de Osgood Schlatter. Para aliviar a dor, o ortopedista pediátrico poderá indicar o uso de medicamentos anti-inflamatórios, repouso, restrição de atividades físicas, aplicação de gelo no local e imobilização do joelho com banda elástica sub-patelar ou estabilizador de patela para reduzir a tração do tendão patelar sobre o osso da tíbia. A fisioterapia também pode ser indicada.

Dor de crescimento

O que é?

Crianças com idade de 3 a 6 anos podem reclamar de dores nas pernas, que normalmente começam à noite. Durante o dia a criança fica bem, sem apresentar sintomas da dor, sem mancar, brincando sem limitações. Em muitos casos, a criança não consegue nem mesmo indicar aos pais o local exato da dor. As dores não vêm acompanhadas de manchas nas pernas, nem de inchaços, não causam limitação da atividade, febre ou outros sinais de alerta.

Não existe uma causa bem definida. Ao contrário do se imagina, não ocorre porque a criança está crescendo no momento da dor, mas acabou ganhando esse nome em função da idade em que comumente aparece. Os especialistas acreditam que ela seja gerada pela fadiga muscular, associada também a um desequilíbrio no ritmo de crescimento dos ossos, tendões e músculos e influenciada até mesmo por fatores emocionais.

A “Dor de Crescimento” é um diagnostico de exclusão, nunca deve ser a primeira hipótese. É fundamental que o paciente seja avaliado por um ortopedista pediátrico para excluir outras causas mais graves.

Tratamento

A dor de crescimento é tratada de forma conservadora. Massagens, compressas quentes e prática de exercícios regulares são indicadas.  É importante que os pais sejam bem orientados sobre os sintomas e sinais de alerta para saber quando devem retornar ao ortopedista para uma reavaliação e se outra causa deve ser pesquisada.

Pé chato

O que é?

O pé plano valgo flexível, conhecido como “pé chato” é uma alteração muito comum. Quando a criança começa a andar, o pé ainda não possui o arco plantar bem definido, a frouxidão ligamentar típica da idade contribui pra que o pé fique plano, “chato”, quando recebe o peso do corpo.

Com o crescimento e desenvolvimento da criança, a formação do arco plantar ocorre de forma progressiva e maioria dos pés corrige naturalmente. Algumas pessoas terão os pés planos por toda a vida e normalmente não sentem dor e nem têm limitações em função disso. O pé plano valgo flexível é considerado uma variação do normal, não é uma doença e raramente precisa ser tratado.

É importante que o paciente seja avaliado pelo ortopedista pediátrico para excluir outras alterações que se apresentam de forma semelhante. Deve-se avaliar o grau de mobilidade e flexibilidade dos pés. Algumas vezes, o pé plano valgo pode ser rígido, por exemplo, quando associado a barras ósseas (conexões rígidas entre os ossos do pé). Nesses casos, a dor pode estar presente e exigir tratamento. Outras patologias, como doenças neuro-musculares, também podem evoluir com pé plano.

Tratamentos

Andar descalço, caminhar na areia e na grama ajuda a formar o arco do pé no bebê. Alguns sapatos podem ser mais adequados para crianças com pé plano valgo, como os tênis de cano alto, que firmam melhor no tornozelo. As palmilhas não são eficazes para corrigir a alteração, mas podem auxiliar no posicionamento do pé e na adaptação ao uso de sapatos quando a deformidade é mais importante. O uso de palmilhas deve acontecer com orientação médica. Quando associado ao encurtamento do tendão de Aquiles, o pé plano valgo flexível pode apresentar dor. Nesse caso, alongamentos e fisioterapia podem ser indicados.

A opção cirúrgica para correção de pé chato é rara, sendo indicada apenas para os pés rígidos, que apresentam dor persistente ou quando a deformidade é grosseira, com prejuízo estético e funcional significativos. O ideal é que o tratamento cirúrgico seja adiado até que a criança esteja mais perto da maturidade esquelética, na adolescência.

 

Dicas e orientações aos pais

Qual a mochila adequada para meu filho?

Muitos pais tem dúvida sobre qual a mochila adequada para seus filhos e a forma correta de usá-la.  Confiram algumas dicas para garantir a saúde da coluna e ombros das crianças.

1- Prefira mochilas com tiras largas e acolchoadas. As tiras estreitas causam compressão nos ombros, podendo causar dor e restringir a circulação local.
2- Opte por mochilas de duas tiras para os ombros, pois elas distribuem o peso uniformemente. Nunca use a mochila apenas com uma tira.
3- Em caso de mochilas mais pesadas, prefira aquelas com uma tira na região lombar (da cintura), pois elas auxiliam na distribuição do peso ou mochilas com rodinhas. No caso de mochilas com rodinhas, ao subir escadas, ela deverá ser carregada.
4- Evite sobrecarregar a mochila. Leve apenas o material necessário para aquele dia. As mochilas não devem exceder em 10 a 20% o peso da criança.
5- Use a mochila bem próxima ao corpo. As tiras devem ficar aproximadamente 5 cm acima da linha da cintura;
6- Organize a mochila, utilizando todos os seus compartimentos, de modo que os objetos mais pesados fiquem no centro e mais próximo das costas.

Os pais devem orientar os filhos se houver dor ou desconforto ao usar a mochila. Não deve ser ignorada qualquer dor nas costas em crianças ou adolescentes.

Como transportar a criança de forma segura e evitando acidentes?

Para transportar a criança dentro do carro é imprescindível que os pais usem cadeirinhas, busters e cintos de segurança aprovadas pelo INMETRO. Afinal, dados apontam que 70% das mortes e lesões graves infantis acontecem durante acidentes de trânsito.  Reforçamos que as crianças só devem andar no banco de trás do carro.

Confiram algumas dicas de segurança de acordo com a idade de sua criança:

Até 1 ano de idade

É fundamental que os bebês sejam transportados em cadeirinhas de segurança (tipo bebê conforto) com folga de um dedo entre as tiras da cadeirinha e o corpo da criança.  A cadeirinha deve ser instalada no banco de trás e de costas para dianteira do carro. Certifique-se de que ela está bem presa ao banco com o cinto de segurança e que não se mova mais de 2 cm para os lados.

De 1 a 4 anos de idade

Crianças nessa idade também devem ser transportadas em cadeirinhas presas com o cinto de segurança do veículo. Entretanto, ao contrário dos bebês, essa cadeirinha pode ficar virada para frente.

De 4 a 10 anos de idade

Já nessa fase a criança deve usar apenas suportes especiais (busters) no banco de trás. Esse produto auxilia na adequação do cinto de segurança à altura da criança.

Acima de 10 anos

A definição do transporte das crianças com idade superior a 10 anos é definida a partir da sua altura. Caso a criança sente e consiga dobrar seus joelhos na borda do assento, sem afastar as costas do encosto do banco, ela pode usar apenas o cinto de segurança de três pontos. Nunca coloque o cinto de 3 pontos por baixo do braço da criança nem por trás das costas.

Dicas para evitar acidentes em casa

Na infância a curiosidade das crianças faz com que elas encostem e queiram pegar em tudo o que salta aos olhos.  Cerca de metade dos acidentes infantis que causam lesões nas mãos acontece dentro de casa, como, por exemplo, mãos e dedos esmagados por portas e janelas, feridas por objetos cortantes e até mesmo queimaduras.

Confiram algumas dicas:

Nunca permita que as crianças transitem sozinhas pela cozinha e área de serviço. Esses dois ambientes abrigam produtos e equipamentos perigosos.

Instale fixadores de porta para evitar os comuns esmagamentos.

Instale protetores de silicone nas cabeceiras dos móveis.

Em caso de queimadura, não medique nenhum remédio caseiro.  Encaminhe a criança para o pronto socorro imediatamente.

Ao sofrer cortes e feridas, é fundamental comprimir o local com um pano limpo e deixar as mãos para cima. Se o corte for grave, dirija-se ao pronto-socorro.

Nunca deixe as crianças sozinhas em casa, sem supervisão de um adulto.

 

 

 

Especialistas

Dr. Francisco Carlos Salles Nogueira

Especialidade(s): Ortopedia Pediátrica

CRMMG: 19492 TEOT: 3780

Avenida do Contorno, 5057 - Serra - Belo Horizonte
31 3225-5198

Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora, o médico realizou sua residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital das Clínicas da UFMG e se especializou em Ortopedia Pediátrica no Children’s Memorial Hospital of Northwestern University Medical School. Professor Assistente da Disciplina de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais e ex Professor Adjunto da Cadeira do Aparelho Locomotor da UFMG, o ortopedista possui Mestrado em Medicina pela UFMG e foi premiado pelo desempenho e participação na Comissão de Ensino da SBOT-Brasil. Dr. Francisco já foi presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Regional MG em 2011 e Presidente da Comissão Especial de Integração das Regionais da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia em 2012,2013 e 2016. Mestre em Ortopedia, o médico é coordenador da Ortopedia Pediátrica da Rede Mater Dei de Saúde, membro do corpo editorial da Pediatric Orthopaedic e secretário geral da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica.

Dr. Bernardo Ramos

Especialidade(s): Ortopedia Pediátrica

CRMMG: CRM-MG: 42.543 TEOT: TEOT: 11.813

Rua Ouro Preto 1016
31 36583847

Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais, o médico fez sua  especialização em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Mater Dei. Dr. Bernardo se sub-especializou em Ortopedia Pediátrica no Hospital Pequeno Príncipe de Curitiba/PR e fez o seu fellow internacional no Texas Scottish Rite Hospital em Dallas/TX – EUA. Com certificado Advanced Trauma Life Support – ATLS ele é membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica.

Dr. Rodrigo Galinari da Costa Faria

Especialidade(s): Ortopedia Pediátrica

CRMMG: 26959 TEOT: 7228

Rua Paracatu n° 878 - sala 802
31 3223-5080

Graduado em medicina pela Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais, o médico realizou sua residência integrada em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Ortopédico

Hospital João XXIII, Hospital Belo Horizonte, Hospital da Baleia. O ortopedista se especializou em Ortopedia Pediátrica, passando por estágios no Hospital Ortopédico – AMR, Hospital das Clinicas – UFMG e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Dr. Rodrigo também realizou estágio em Ortopedia Pediátrica no Alfred I. dupont Hospital For Children – Wilmington Delaware – EUA . Com MBA em Gestão na Área de Saúde pela FGV, ele é membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica.

Dr. Pedro Poggiali

Especialidade(s): Ortopedia Pediátrica

CRMMG: 55600 TEOT: 14412

Rua Araguari, 1156 – 19º andar Bairro: Santo Agostinho BH/MG CEP 30.190 -111
(31) 3291-0388

Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais e residência em Ortopedia e Traumatologia pelo Hospital Mater Dei, Dr. Pedro Poggiali se especializou em Ortopedia Pediátrica pelo Hospital Pequeno Príncipe de Curitiba/PR e complementou sua formação com fellowship em ortopedia pediátrica nos hospitais Shirley Ryan AbilityLab e Lurie Children’s Hospital – Chicago, EUA – com foco no tratamento de doenças neuromusculares, paralisia cerebral e mielomeningocele. O médico realizou estágio como visiting fellow no Boston Children’s Hospital Harvard Medical School, Boston, EUA – com foco nas patologias do quadril na criança e no adolescente. Possui os certificados Pediatrics e Advanced Principles of Fracture Management pela AO Trauma Course. Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – SBOT e da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica – SBOP.

 

Dr. Leonardo Pelucci Machado

Especialidade(s): Ortopedia Pediátrica

CRMMG: 30.258 TEOT: 7313

Graduado em medicina pela de Ciências Médicas de Minas Gerais, o médico realizou sua residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Universitário São José – FELUMA e especialização em Ortopedia Pediátrica pela pela Santa Casa de Belo Horizonte.  O ortopedista é membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica.

 

 

Dr. Lucas da Silveira Guerra Lages

Especialidade(s): Ortopedia Pediátrica

CRMMG: 48333 TEOT: 12892

Graduado em medicina pelo Centro Universitário Serra dos Órgãos em Teresópolis, RJ, o médico realizou sua residência em Ortopedia e Traumatologia no Hospital Ortopédico em BH e especialização em Ortopedia Pediátrica pelo Hospital Ortopédico e Hospital da Baleia. O ortopedista complementou sua formação, focada em doenças neuromusculares, com estágio no Alfred I. Dupont Hospital For Children – Wilmington Delaware/EUA, além de realizar estágio como visiting fellow no Boston Children’s Hospital – Harvard Medical School, Boston/EUA – com foco nas patologias do quadril na criança e no adolescente. Dr. Lucas é membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, da Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica além de ser membro da Comissão de ensino e treinamento da SBOT Minas Gerais.

 

Dr. Luiz Renato Drumond Américo

Especialidade(s): Ortopedia Pediátrica

CRMMG: 29882 TEOT: 7303

Graduado em medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais, o médico realizou sua residência em Ortopedia e Traumatologia pelo Hospital das Clínicas da UFMG e especialização Ortopedia Pediátrica no Serviço de Ortopedia Prof. Matta Machado, no Hospital da Baleia. O ortopedista é membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e e Sociedade Brasileira de Ortopedia Pediátrica.

 

Solicite sua Consulta

Após recebermos seus dados, entraremos em contato para confirmar.
Se preferir, ligue: 31 3339-9636 ou via Whatsapp 31 99845-9711